sábado, 4 de setembro de 2010

Rasgar de uma doutrina




Palavras amordaçadas compõem uma linha borrada,
Sujas pelo choro de uma alma.
A liberdade a muito fora apunhalada,
Restando apenas tesouros censurados.

As vozes que tanto bradavam estão engasgadas,
Sua essência no medo está encarcerada.
Os olhos estão sendo vendados,
Por um ideal falsamente iluminado.

Há porem um resquício de esperança afugentado,
Que permanece escondido com lembranças amarguradas.
É por ele que a alma está a escrever,
Uma vida de batalhas e migalhas!



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Corpo




Meu peito é um cofre,
guarda meus puros e impuros sentimentos.

Minha mente é uma enciclopédia,
que aos poucos está sendo escrita.

Minhas mãos são ferramentas,
Ajudam a cnstruir o mundo.

Minha pele é como água,
Feita para sentir.

Meus olhos são quadros,
Feitos para equalizar imagens.

Meus sonhos,

O complemento da minha realidade.

O tempo,
é apenas um detalhe!

Depois de agir




Derrube esta árvore,
Faça um banco.
Queime esta terra,
Faça de pasto.
Corte este rio,
Passe por cima.
Jogue mercúrio,
Tire oouro.
Ignore o barro,
Desvie suas águas.
Mate os peixes,
Depois frite.
Suje a chuva,
Diga que é água.
Mate a sede,
Depois cuspa.
Guarde bem,
Você e o dinheiro.
Quando ou depois de agir,
O tempo os alcançará,
Junto com o sal,
Do teu remorço!

Breve conceito




A verdade é a base dos justos,
A jsutiça a do carater,
A confiança a da paixão,
A doação a do Amor,
A compreenssão a da amizade.

A verdade pode não ser absoluta,
A justiça severa.
A confiança é facilmente destruida,
A doação pode não ser recíproca,
Mas a compreenssão é a única capaz de fazer reinar a paz entre os homens!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Crescer




Doce voz na boca da menina,
que faz o sentimento falar.
Nobre sonho na cabeça da menina,
que aguarda o futuro chegar.
Terna lágrima no olho da menina,
que espera a saudade viajar.
Bella menina a qual crescendo está,
menina que a velha mulher nunca irá abandonar!

Apenas um verso....




Corre, corre, sem parar,
Não deixa o mundo acabar!
Corre, corre, sem parar,
Não deixa a criança chorar,
Corre, corre, sem parar,
Não deixa a comida faltar!

Susbmersa


Molhada e suada correndo dentro d'água,
Meus olhos inconformados com tamanha entorpecência.
Aqui o ar não falta,
Mas meu corpo sente saudade da sua existência.

Varias cores diluídas bailam ao meu redor,
Encantando-me com tamanha falta de timidez,
Sua essência pura e livre me contagia,
Agora quero bailar também!

Me sinto tão somente minha quando estou suspensa no nada,
Que nem lembro mais que não estou em casa.
O oxigênio a ultima amarra grossa,
Que me prende a terrena mortalidade.

Aqui no vazio sinto a Utopia me abraçando,
Como a ultima bolha de ar que se esvai,
Me permitindo ser eterna.

Aqui neste infinito mundo não é necessário se esforçar,
Posso fechar os olhos em paz e deixar minha alma se libertar!